Saúde

Crianças do CAPSi participam de atividade terapêutica

🍕 Nesta semana, as crianças atendidas no Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSi) de Cosmópolis participaram de uma atividade terapêutica onde fizeram suas próprias mini pizzas, supervisionadas pelos técnicos da unidade de saúde.
Essa atividade específica, foi trabalhada a questão da autonomia, integração em grupo, convivência, tempo, escolha dos ingredientes e dessensibilizar algumas questões com o alimento.
As crianças atendidas são encaminhadas para o CAPSi de diversas formas, pelo Conselho Tutelar, por médicos, educação, entre outras maneiras.
Depois da triagem e avaliação multidisciplinar pela equipe, que é detectada a indicação de fazer o tratamento. Em seguida, se constrói o processo terapêutico para ver a necessidade do paciente, que é inserido nas atividades no CAPSi.
São grupos terapêuticos ou atendimentos individuais, acompanhados semanalmente por profissionais de diversas áreas. As atividades são diferenciadas e acontecem uma vez por semana, com duração de uma hora.
O CAPSi é uma unidade pertencente a Secretaria Municipal de Saúde, localizada na Rua Francisco de Mário, nº 478. Mais informações ligue (19) 3812-1699.
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Cosmópolis já aplicou mais de 38 mil doses da vacina contra a Covid-19

Excelente notícia!
💉 Cosmópolis já aplicou mais de 38 mil doses da vacina contra a Covid-19, ou seja, 41% da população já receberam a primeira dose.
➡️ Continue fazendo sua parte, seguindo todas as orientações da Comissão de Prevenção ao Coronavírus.
😷 Faça sempre uso de máscara
🧼 Higienize as mãos sempre que possível e utilize o álcool em gel
🙅‍♀️ Mantenha o distanciamento social e evite aglomerações
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Saúde e Educação definem capacitação para o retorno de volta às aulas

Os secretários de Saúde e Educação e funcionários das pastas realizaram hoje, 20, uma reunião para definir a capacitação dos profissionais da educação para o retorno de volta às aulas.
O encontro estabeleceu que será seguido o guia de implementação de protocolos de educação básica do Ministério da Educação (MEC).
A capacitação irá abordar os seguintes temas: medidas gerais, higiene pessoal, limpeza e higienização de ambientes, comunicação para funcionários e alunos, monitoramento das condições de saúde e medidas com os estudantes da educação especial.
Em breve a Prefeitura de Cosmópolis anunciará todos os planos de vacinação da Covid-19.
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Secretaria de Educação define plano de volta às aulas 2021

A Secretaria de Educação de Cosmópolis anuncia que o ano letivo nas escolas da rede municipal terá início no dia 08 de fevereiro, de forma remota. A previsão é que o retorno às salas de aulas aconteça de forma híbrida, com aulas presenciais e por meio da plataforma digital, a partir de 27 de abril.
De acordo com o Secretário da pasta, Prof. Augusto, no total foram 8.712 alunos e 1.400 funcionário afetados desde o início da pandemia. Entretanto, a decisão de manter as aulas de maneira online ocorreu devido ao aumento no número de casos de COVID-19 na região, e também para que os profissionais da rede de educação passem pelo programa de Capacitação e Prevenção, que será realizado por parte da secretaria de saúde.
“O retorno presencial vai acontecer após a Capacitação e Prevenção dos funcionários envolvidos com a educação. Estamos seguindo todas as diretrizes de São Paulo, mas nossa grande preocupação é a segurança de todos, por isso, o programa será fundamental para assegurar a integridade de todos. Também não vamos deixar o sistema online enquanto não tivermos 100% de segurança”, comenta o secretário.
O cronograma prevê para abril, o retorno híbrido, com aulas presenciais com 35% de ocupação, e por meio da plataforma digital. As turmas serão divididas: metade da sala vai para a escola uma vez por semana enquanto a outra metade fica em casa. Depois, os alunos se revezam, quem estava em casa, tendo aula online, vai para a escola.
"Todos os alunos terão as mesmas atividades, só que hora presencial, hora remota. Então eles vão alternar”. O secretário ainda afirma que as famílias que não se sentirem seguras podem manter os estudantes em sistema remoto, similar ao que ocorreu em 2020.
Entretanto, as escolas particulares têm autorização para iniciar antes, se assim desejarem. Já as escolas estaduais vão seguir as diretrizes da Delegacia de Ensino de Limeira, juntamente com as diretrizes do Plano de São Paulo.
Para todos os retornos, os estudantes e professores devem usar máscaras e fazer a higienização das mãos adequadamente. Para isso, a secretaria e as instituições estão preparando todos os equipamentos necessários.
Além disso, todas as crianças e adultos que sentirem sintomas gripais ou febre devem permanecer em casa. O secretário também explica que todas as regras do Plano São Paulo devem ser seguidas.
Merenda Escolar
Em relação ao fornecimento da merenda, será dada a continuidade da distribuição dos kits de merenda escolar. Entretanto, o Secretário de Educação esclarece que foi preciso fazer novo processo licitatório para a aquisição dos kits e, agora passará de 1.300, para até 1.500 kits distribuídos.
Creches
Às voltas das creches vai acontecer a partir do dia 27 de abril, de forma gradativa até 35% de ocupação seguindo o plano São Paulo
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Núcleo de Educação em Saúde de Cosmópolis realiza teleatendimento

As consultas virtuais são feitas para os pacientes do Programa de Apoio à redução do Tabagismo (PART) Com o objetivo de continuar o atendimento humanizado, a NUESA organizou vídeo-consultas com os pacientes do PART, Programa de Apoio à Redução do Tabagismo. A ideia é manter o acompanhamento médico e terapêutico preservando os pacientes e os profissionais da NUESA da pandemia do novo Coronavírus. Os conselhos de classe têm apoiado e incentivado este tipo de ação. O Conselho Federal de Medicina informou sua decisão de reconhecer a possibilidade e a eticidade de uso da telemedicina no país, além do que está estabelecido na resolução CFM nº 1.643/2002, que continua em vigor. A decisão vale em caráter excepcional e enquanto durar o combate à epidemia de COVID-19. Os pacientes que integram o Programa de Apoio à Redução do Tabagismo, além do acompanhamento médico, frequentam os grupos de apoio semanais nos quais trocam experiências de vida e do processo de reduzir ou cessar o consumo de cigarros. Estes encontros são extremamente valiosos para dividir as vitórias e as dificuldades encontradas durante este percurso, além de representarem um espaço de convívio social importante para algumas pessoas que ficam muito tempo em casa. Infelizmente os grupos foram temporariamente suspensos como medida protetiva à toda coletividade. A epidemia do novo coronavírus começou na China, um dos países com maior número de fumantes no mundo, e sabemos que o tabagismo prejudica os mecanismos de defesa das vias respiratórias, facilitando a infecção por este e por outros vírus e bactérias que acometem as vias respiratórias. Tanto o novo coronavírus quanto o tabagismo agridem fortemente as vias respiratórias podendo provocar graves lesões pulmonares que podem levar à morte. Mais uma similaridade é que o risco de complicações com o coronavírus é proporcional à idade, ou seja, os mais idosos tem maior risco. No tabagismo, quanto maior o tempo de tabagismo maior o risco de complicações. Levando em consideração todas essas situações o NUESA lançou mão da tecnologia e está cuidando das pessoas sem expô-las ao risco de saírem de casa. O médico do PART, Dr. Andrés Williams Varona Ramirez aceitou prontamente o desafio e fez várias consultas atendendo de forma eficaz, ética e segura! Durante as próximas semanas, as facilitadoras dos grupos de tabagismo farão a vídeo-consulta com o objetivo de realizar um trabalho de acolhimento com as pessoas que neste momento podem estar se sentindo muito sozinhas não tendo com quem dividir suas angústias, ansiedades e medos e até porque muitas delas fazem parte do chamado “grupo de risco” ao coronavírus pela idade ou por terem alguma doença crônica como hipertensão, diabetes, doenças pulmonares, entre outras. A psicóloga do NUESA também tem realizado vídeoconsultas a fim de não interromper processos terapêuticos iniciados num momento tão delicado. "Além da integridade física temos que cuidar da saúde mental das pessoas que fazem parte dos Programas para que ao fim da pandemia possamos retornar à nossa rotina sem grandes sequelas. Para isso, os profissionais da saúde devem ser criativos ao encontrar maneiras de “cuidar” sem desrespeitar as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde que abordam a importância do distanciamento social para diminuirmos os casos de infecção pelo vírus", disse a Secretária de Saúde, Valéria de Almeida. Uma das participantes do programa contra o tabagismo do NUESA, que foi atendida pela vídeoconsulta disse que “a estratégia foi muito louvável, pois representa mais uma oportunidade de ser ajudada neste momento, para ir para frente e com isso não “enlouquecer”, sou muito grata por toda esta atenção”, agradeceu Sandra Orsi Usberti, 68 anos.
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PACIENTES DO CAPS NISE DA SILVEIRA ESTÃO PRODUZINDO MÁSCARAS DE PROTEÇÃO FACIAL

Kits com máscaras e álcool em gel são feitos e doados pelo Grupo Mãos que Fazem "As pessoas julgam sem saber. O fato de participar do CAPS não quer dizer que seja reflexo de loucura absoluta. Eu me escondia, manifestava sorrisos fingidos por medo desse julgamento esmagador que só piora a nossa condição", desabafa uma das costureiras e paciente do Centro de Atenção Psicossocial que agora passa grande parte do tratamento costurando máscaras e fechando kits com álcool em gel que são doados para os próprios pacientes que frequentam o CAPS. A iniciativa do kit é do Grupo Mãos que Fazem, coordenado pela terapeuta Bruna Simões Druzani. Ela conta que o Grupo surgiu em 2019 e os pacientes faziam aventais, panos de prato e toalhas de mesa. Com a pandemia, o Grupo se concentrou em fazer máscaras para os pacientes que não as tinham por diferentes motivos. "Pensamos em fazer uma corrente do bem. Conversamos com colaboradores habituais que nos doaram os materiais; os nossos pacientes concordaram com a ideia e então passamos a desenvolver os kits. Agradecemos a família do Sr. Sebastião Gomes que nos doou o álcool em gel para os kits e demais colaboradores que sempre doam tecidos para o nosso grupo e para o CAPS", disse Bruna Druzani. Já foram produzidas mais de uma centena de kits e agora, segundo Bruna Druzani, o grupo vai produzir máscaras em parceria com a Unidade Básica de Saúde Cosmópolis I. O CAPS de Cosmópolis tem ainda os Grupos de caminhada, de música, de artes, de conversa, de família, de movimento e de jardim, além do Grupo Mãos que Fazem. "Além das atividades internas, o CAPS promove ainda passeios externos, exposições de artes, piqueniques, bingos e gincanas com a participação de outros CAPS da região. A maioria dessas atividades, contudo, estão suspensas por causa da pandemia do Novo Coronavírus", informa o coordenador do CAPS e técnico de enfermagem, José Antonio Pereira de Lima. "Estamos mantendo as atividades do Grupo Mãos que Fazem, do teleatendimento das psicólogas e o atendimento médico. Quando a pandemia passar vamos retomar todas as nossas atividades", disse José Antonio. O CAPS de Cosmópolis dispõe de equipe multidisciplinar com profissionais de diversas áreas que se organizam para acolher os pacientes, desenvolver os projetos terapêuticos, trabalhar nas atividades de reabilitação psicossocial e compartilhar do espaço de convivência do serviço. Entre os profissionais,  o CAPS conta com psiquiatra, psicólogas, enfermeiras e terapeuta ocupacional, além da equipe de apoio e servidores da administração do Centro.
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CAPS NISE DA SILVEIRA CRIA SERVIÇO DE TELEATENDIMENTO PSICOLÓGICO

A Secretaria de Saúde de Cosmópolis, desde o início da pandemia pelo novo Coronavírus tem feito um esforço para concentrar e priorizar as ações e os atendimentos aos pacientes com sintomas da COVID-19. Como um órgão da Secretaria de Saúde, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), unidade de atendimento em saúde mental também reorganizou o seu atendimento e criou o serviço de teleatendimento psicológico. Como explica a psicóloga Andréa Mauricio da Silveira Vitti, atualmente o CAPS tem uma média estimada de 250 pacientes ativos. São pacientes com transtorno mental grave. "Em nosso ultimo senso, no final de 2019, 48% dos pacientes atendidos tinham diagnósticos de esquizofrenia;  24% de transtorno depressivo grave; 9% transtorno de personalidade; 7% de transtorno mental devido ao uso de substâncias psicoativas; 6% de transtornos de ansiedade; 4% retardo mental e 2% transtorno mental devido a lesão ou doença física", enumera Andréa. O atendimento psicológico online já é uma modalidade de atendimento reconhecida pelo Conselho Regional de Psicologia, e que após o início da pandemia causada pelo Coronavírus, tem sido recomendada pelo Conselho de Psicologia como forma de manter o suporte aos pacientes com maior segurança. Antes da pandemia da COVID-19, os atendimentos psicológicos eram realizados através dos grupos terapêuticos e quando necessário de modo individual. Com o início da pandemia, os atendimentos em grupos foram suspensos, sendo mantidos apenas alguns atendimentos individuais emergenciais. Segundo Andrea Vitti, demandas como o aumento da ansiedade, medo, insônia, desesperança em relação ao futuro, ideação suicida começaram a se tornar mais frequentes no último período. "Vem dai a necessidade de encontrar outras formas de oferecer suporte/cuidado aos nossos pacientes. Iniciamos o atendimento através do contato telefônico, mas isso acabava bloqueando a nossa linha telefônica. A partir daí, conseguimos a organização e doação de equipamentos que permitiram a realização dos atendimentos online que tem surtido efeitos muito positivos", comemora Andrea. Além do teleatendimento por vídeo, as psicólogas do CAPS tem utilizado com maior intensidade os grupos em aplicativos de mensagens, meio pelo qual são enviadas diariamente, mensagens produzidas pela equipe do CAPS. São orientações sobre os cuidados relacionados à pandemia; a necessidade de se manter o tratamento psiquiátrico, o uso correto das medicações, sempre utilizando imagens do espaço do CAPS e da equipe. A implementação do teleatendimento, contudo, não impede que a equipe faça os atendimentos presenciais em casos de emergência procurando seguir todas as orientações de segurança tanto para os profissionais quanto para os pacientes.
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DIA D DE VACINAÇÃO DO INFLUENZA FOI CANCELADO PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

IMG_1683 O DIA D aconteceria neste sábado, dia 9 nos postos de vacinação de Cosmópolis A terceira fase da campanha nacional de vacinação que começaria neste sábado, dia 09, vai começar somente na próxima segunda-feira, dia 11 de maio. Na primeira etapa da terceira fase, que vai de 11 a 17 de maio o público alvo são crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas no pós-parto até 45 dias e pessoas com deficiência. A segunda etapa, no período de 18 de maio a 5 de junho, irá incluir pessoas de 55 a 59 anos e professores. Assim, o último dia de vacinação que estava agendado para o dia 22 de maio, agora com o novo calendário passa a ser no dia 5 de junho. Nas duas fases anteriores foram vacinados, em Cosmópolis, mais de 10 mil pessoas, entre elas, 6.865 idosos, 858 trabalhadores de saúde, 53 da força de segurança e salvamento, 101 caminhoneiros, 122 trabalhadores de transporte coletivo, 2.209 pessoas com comorbidades e 761 pertencentes a outros grupos. A campanha em Cosmópolis, acontece nos postos de vacinação do Centro de Saúde II, UBS Jardim de Fáveri, UBS/PSF Henrique Scursoni Neto, PSF Cosmópolis I, UBS/PSF Beto Spana, UBS/PSF Sidney Alves Aranha-TIDE, UBS/PSF Andorinhas, Posto Comunitário Nosso Teto, UBS Dr. Orlando José Kalil Aun, sempre das 07 às 16 HORAS. Na primeira fase, com início em 23 de março, a Secretaria de Saúde de Cosmópolis informou que foram vacinados 115,71% dos idosos na cidade, um percentual acima de todas as expectastivas e da meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Já os trabalhadores da saúde atingiram um percentual próximo da meta, ou seja, 86,70%. As vacinas para os idosos foram aplicadas em casa. A Secretaria mobilizou para isso cerca de 20 equipes e com apoio da iniciativa privada e Guarda Municipal evitou que os idosos saíssem de suas casas e se aglomerassem nos postos de saúde da cidade.
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VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE COSMÓPOLIS EFETUA BLOQUEIOS REGULARES DE COMBATE À DENGUE

O bloqueio mais recente foi realizado na Vila Kalil e mobilizou cerca de 12 servidores da Vigilância Sanitária de Cosmópolis (VISA). Cerca de 296 casas foram tratadas, onde residem mais de 600 pessoas. "O bloqueio químico é necessário quando há casos confirmados em uma parte ou totalidade de um bairro onde uma transmissão pode ocorrer, mediante casos já confirmados", explica  o supervisor de Zoonose , Edimar Lopes de Almeida. As equipes da VISA já fizeram bloqueios nos bairros Uirapuru, Jardim de Fáveri e Vila Kalil. Segundo Edimar Lopes, os critérios para a realização dos bloqueios são técnicos e apenas efetuados em último caso. "Todos os casos de dengue no município são investigados a fim de se obter uma amostragem fiel, se está ou não ocorrendo transmissão em área de casos suspeitos ou confirmados. Em Cosmópolis, pelos dados obtidos, os casos estão distribuídos de forma bem homogênea, não há, portanto, uma localidade mais afetada que a outra, mas temos uma atenção especial no Jardim Cosmopolita, Jardim de Fáveri, Vila Guilhermina e Uirapuru", disse Edimar. Em Cosmópolis, o mais recente boletim dos casos de Dengue informa que há 40 casos confirmados até o presente momento, sem nenhum caso grave e nenhuma morte. Em 2019, no mesmo período havia 66 casos, o que indica que esse ano a cidade se mantém em um nível controlado da doença. A Dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos que ocorre em áreas tropicais e subtropicais. Pessoas infectadas com o vírus pela segunda vez têm um risco significativamente maior de desenvolver doença grave. Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e articulares. Em casos graves, há hemorragia intensa e choque hemorrágico (quando uma pessoa perde mais de 20% do sangue ou fluido corporal), o que pode ser fatal. O tratamento inclui ingestão de líquidos e analgésicos. Os casos graves exigem cuidados hospitalares. A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Após picar uma pessoa infectada com um dos quatro sorotipos do vírus, a fêmea pode transmitir o vírus para outras pessoas. Há também registro de transmissão por transfusão sanguínea. Por isso, é importante combater o mosquito da dengue, fazendo limpeza adequada e não deixando água parada em pneus, vasos de plantas, garrafas, pneus ou outros recipientes que possam servir de reprodução do mosquito Aedes Aegypti.
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Estudante de Engenharia cosmopolense doa máscaras feitas em impressora 3D

As máscaras foram doadas para a Secretaria de Saúde do município Morador de Cosmópolis, desde 2011, vindo da cidade de Louveira, já estudante de Engenharia da USP São Carlos, Pedro Henrique Silveira Lima, conseguiu montar sua própria impressora 3D em casa, seguindo tutoriais da Internet e aproveitando o conhecimento adquirido na universidade. Os primeiros trabalhos desenvolvidos na impressora 3D caseira eram, segundo Pedro Henrique, projetos em eletrônica para automatizar atividades do dia a dia: "A montagem da Impressora foi um desafio pessoal, mais um passatempo mesmo. Mas quando veio a pandemia da COVID-19 e toda uma comunidade mundial ativa desenvolvendo projetos abertos para confecção de protetores faciais, entrei de cabeça, fui atrás dos materiais e do projeto disponível livremente por uma empresa fabricante de impressoras 3D e consegui as máscaras para doar", conta o estudante. O tempo de produção de cada máscara gira em torno de 2 horas, incluindo o tempo de confecção da impressora 3D, a montagem e a higienização. O custo unitário fica em torno de 5 e 6 reais, considerando somente o custo do material utilizado, um filamento de plástico que vai na máquina 3D e folha de acetato transparente, muito utilizada para efetuar revestimento em maquetes, embalagens, caixas e artesanatos em geral. "Ficamos muito felizes com a disponibilidade do Pedro Henrique que doou todas as máscaras que fez em sua impressora 3D para a Secretaria de Saúde. A maioria dos atendentes dos postos de saúde estão utilizando as máscaras doadas. Deixo o meu agradecimento especial ao Pedro pelo cuidado e carinho dispensado aos profissionais da saúde da nossa cidade", agradeceu Valéria Almeida, Secretária de Saúde. Aluno do 4º ano de Engenharia Elétrica, da USP São Carlos, Pedro Henrique, sempre gostou de eletrônica. Em 2016, quando fazia um curso técnico, começou a pensar em ter a própria impressora 3D em casa. A mobilização mundial em torno da pandemia da COVID-19 fez com que vários grupos que trabalham e se divertem com impressão 3D se reunissem numa grande rede de apoio para fabricar máscaras do tipo ‘Face Shield’ a partir do modelo PRUSA, de natureza Open Source Design, as quais são um importante complemento de EPI (Equipamentos de Proteção Individual)em situações de contato com vírus de alto contágio, como é o caso do novo Coronavírus. Esse movimento teve a adesão de usuários domésticos de impressoras 3D, profissionais, grupos de pesquisa e da indústria, e seu crescimento rápido e intensivo impulsionou a indústria de plásticos a adotar inicialmente esse modelo de projeto, para atender em escala de volume a demanda dos hospitais e postos de saúde.
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